Sua melhor profissional
parou de ser recepcionista.
A Laura atende no WhatsApp, conhece a escala inteira e marca sozinha. Você volta pra cadeira.
A conversa
Um minuto entre a dúvida e o horário marcado.
14h32, uma desconhecida pergunta o preço. 14h33, ela tem quinta-feira reservada e a clínica tem mais um nome na agenda. Ninguém da equipe encostou no celular.
Nada do que ela oferece é chute.
A agenda
Ela sabe quem trabalha hoje e quem faz o quê.
A Rozaria está na escala quinta às 20h — mas não faz microagulhamento. Então esse horário não existe para quem quer microagulhamento. Escolhe um procedimento e vê a agenda real responder.
Agenda real da LINS, consultada agora. Nenhum nome de cliente sai daqui — só o horário livre.
A memória
A conversa de junho continua em dezembro.
O que ela perguntou, o que evita, quanto costuma gastar, por que faltou da última vez. Ninguém repete nada — nem quando a cliente some por seis meses e volta.
Vem sempre à tarde, costuma remarcar na semana seguinte quando falta. Perguntou sobre pacote de 10 sessões em junho.
Quando você digita, ela para.
A segurança
O “não” que protege a clínica.
Antes do laser, a ficha vai pelo WhatsApp. Gestante, medicação fotossensível, procedimento recente — o alerta chega antes da cliente. Marcar é fácil. Desmarcar na hora é que custa caro.
Usa isotretinoína há menos de 6 meses
O laser não pode ser feito. A equipe vê isso no cadastro antes de a cliente chegar.
Nº 001
LINS Estética Avançada, Brasília.
A primeira. Não é piloto nem demonstração: é a clínica onde a Laura atende todo dia, com a agenda de verdade e as clientes de verdade.
O jeito mais rápido de decidir é perguntar pra ela.
Manda mensagem como se fosse sua cliente. Pergunta preço, tenta marcar, tenta confundir. É a mesma Laura que atende a LINS.
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